REPERTÓRIO – AS BRINCADEIRAS POÉTICAS

Nossa primeira brincadeira poética foi criada em 2008. Integraríamos, com o nosso “O último andar – uma brincadeira poética” a programação da Feira do Livro de Ribeirão Preto, que tinha a escritora Cecília Meireles como uma de seus homenageados daquele ano.

Aconteceu que, distraidamente, começamos a descobrir com este trabalho, que no território onde pisávamos havia um poço tão fundo quanto farto, de onde era possível beber a liberdade de criação e produção que nos era essencial. Este território é a infância, por onde escolhemos também transitar à partir de então. No começo como sustento, agora como mais um dos caminhos que levam de volta ao Desejo como verbo primitivo do presente.

Neste nosso quintalzão passou a habitar também Manoel de Barros. Chegou a nossas mãos em 2009, e  provocou-nos tamanha maravilha, que além de inventarmos o “João de Barros – mais uma brincadeira poética”, fizemos o curta-metragem “Elogio à insignificância”- este último abraçado pelos queridos parceiros da Usina Animada. O mesmo nome também é dado à nossa Invasão Poética Urbana, que teve suas primeiras insignificâncias em 2012 e já quase chega à riqueza de sua incompletude.

Através de um edital, tivemos a oportunidade de convidar também para a festa, Carlos Drummond de Andrade.  Com sua procura pela palavra mágica, Drummond nos inspirou para a criação da peça “O Menino Antigo – brincadeira e poesia”, e com apenas duas mãos e o sentimento do mundo ajuda-nos a remar rio abaixo nesta canoa furada na qual velejamos todos cheios de noés.

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